Incidente de Varginha

•Maio 20, 2008 • Deixe um comentário

Incidente de Varginha” é o nome pelo qual ficou conhecido o conjunto de acontecimentos ocorridos no dia 20 de janeiro de 1996, no município brasileiro de Varginha, Minas Gerais. O ocorrido foi noticiado pela TV Rede Globo, tornando-se amplamente conhecido no Brasil e no exterior. Informações divulgadas pela televisão envolveram relatos de aparições de objetos voadores não identificados e de criaturas extraterrestres, supostamente capturadas por autoridades brasileiras. O caso também ficou conhecido como o caso do “ET de Varginha“.

Segundo a Rede Globo, as irmãs Liliane e Valquíria Silva, além da amiga mais velha de ambas, Kátia Xavier, ao passarem próximo a um terreno baldio no bairro de Jardim Andere, teriam visto uma das tais criaturas, que teria pele marrom viscosa, olhos enormes de cor vermelha e três protuberâncias na parte superior da cabeça, que era bastante volumosa. As três garotas, visivelmente abaladas emocionalmente, reafirmaram este relato diversas vezes, chegando a mãe de duas delas a afirmar, algum tempo depois, ter a sua família sido submetida a uma tentativa de suborno de um agente que não se identificou, para que não mais levassem a história adiante.

A mídia informou que várias testemunhas afirmam que no mesmo dia em que as três meninas teriam visto a tal criatura, também notaram uma movimentação anormal de patrulhas da PM, veículos do exército e do Corpo de Bombeiros pela cidade. Testemunhas que também não tinham qualquer tipo de ligação com as primeiras também afirmaram terem visto a queda de um OVNI nos arredores de Varginha.

Segundo os ufólogos que investigaram o Caso Varginha, o perito Badan Palhares teria sido chamado pelas Forças Armadas a Varginha para fazer a necrópsia do cadáver de um dos supostos ETs, que teria sido morto por um PM após uma operação de captura. Neste mesmo evento, ainda segundo os ufólogos, o policial Eli Chereze teria capturado apenas os braços de uma outra criatura do mesmo tipo, e os levado aos militares. O policial nunca teria contado este evento a ninguém, além de familiares, vindo a morrer cerca de 30 dias depois de uma infecção desconhecida.

O Caso Varginha foi noticiado em inúmeros meios de comunicação da América Central e Sul, além de ser mencionado no Wall Street Journal. Entretanto, o corpo de bombeiros, polícia e força militar do local negam veementemente os fenômenos paranormais acima citados. Além disso, não há provas físicas do ocorrido.

A cidade, anos após, o episódio conhecido como a “A visita do ET”, começou a investir no “turismo ufológico”. Hoje conta com pontos de ônibus em formatos de naves espaciais, uma enorme caixa de água no centro da cidade também em formato de nave; todos com luzes e bastante atraentes.

Diário do caso

  • 20.01.96 – 01:00h – O casal de trabalhadores rurais, Oralina Augusta e Eurico de Freitas acordam com o gado correndo de um lado para outro. Na sua fazenda, que fica a 10 Km da cidade, avistam pela janela um objeto cinza com formato de submarino, do tamanho de um micro-ônibus sobrevoando o pasto. O OVNI não faz barulho e solta uma fumaça branca. O fenômeno durou 40 minutos.
  • 20.01.96 – por volta das 10:00h – Crianças atiram pedras no “bicho”. Três adultos observam no local a operação de localização e captura iniciada pelos Bombeiros, em um barranco na Rua Suécia, em frente ao n. 03, no Jardim Andere. À 150 metros o ajudante de pedreiro Henrique José de Souza vê quatro Bombeiros.
  • 20.01.96 – Entre 10:30 e 11:00h – Bombeiros sobem o barranco com o ET na rede, colocam dentro de uma caixa e cobrem com lona. O caminhão do Exército chega no local. A caixa é colocada dentro do caminhão do Exército e parte com destino a ESA, em Três Corações-MG. Os Bombeiros retornam ao quartel de Varginha. O Major Maciel do Corpo de Bombeiros coordenou a operação.
  • 20.01.96 – Por volta das 13:30h – Dez civis observaram uma operação envolvendo sete militares do Exército, no local da primeira captura. Em certo momento, escutaram três disparos, identificados por uma das testemunhas, que já foi militar, como sendo de um FAL (Fuzil Automático Leve, arma característica do Exército Brasileiro). Depois soldados sobem o barranco com dois sacos de campanha cheios. O conteúdo de um dos sacos estava se movimentando, enquanto o do outro , permanecia imóvel.
  • 20.01.96 – 15:30h – As jovens Kátia, Liliane e Valquíria vêem o segundo ET, na Rua Benevenuto Brás Vieira, ao lado do n. 76. Elas saem correndo apavoradas e gritando. A mãe e vizinhos acodem as meninas.
  • 20.01.96 – 16:10h – A mãe das meninas, Sra. Luíza retorna ao local e vê duas pegadas e sente um cheiro estranho.
  • 20.01.96 – 18:00h – Chuva de granizo.

O professor de Psiquiatria da Harvard Medical School, John Mack, dos EUA, que pesquisa encontros humanos com alienígenas, esteve em Varginha, analisando clinicamente as testemunhas que viram o ET. Sua conclusão é de que elas estão traumatizadas e de fato viveram uma experiência real.

Características do ET de Varginha

  • -Cabeça grande e careca;
  • -Olhos grandes, vermelhos e sem pupila.
  • -Língua preta, estreita e comprida
  • -Três pequenas saliências na cabeça parecidas com chifres, um no meio e dois ao lado.
  • -Pele marron e escura, coberta por uma oleosidade brilhante
  • -Veias salientes e vermelhas no rosto, ombro e braços.
  • -Três dedos nas mãos e pés grandes com dois dedos e sem unhas
  • -Aproximadamente 1.60m de altura
  • -Produzia um som parecido com zumbido de abelha

Operação Prato

•Maio 20, 2008 • Deixe um comentário


Operação Prato foi o nome dado a uma operação realizada pela Força Aérea Brasileira em 1977, através do seu Comando Aéreo Regional em Belém, para verificar a ocorrência de estranhos fenômenos envolvendo luzes hostis relatados pela população do município de Colares, estado do Pará, Brasil.

A missão

Sob o comando do Capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que deu o nome a missão e formada por três militares, a equipe investigou a área que fica no litoral próximo ao município de Vigia , munidos de câmeras fotográficas e filmadoras de 8 e de 16mm. Seu principal objetivo era observar e registrar, de todas as formas possíveis, as estranhas e inexplicáveis manifestações relatadas pelos habitantes. O posto médico da cidade havia realizado atendimentos a diversas pessoas vítimas de queimaduras cujos responsáveis, segundo a população, eram estranhas luzes vindas do céu. O fenômeno era conhecido como chupa-chupa e a história estava criando certa histeria entre os moradores, que buscando uma explicação religiosa atribuía os ataques ao “diabo, que estaria na Terra para atacar os cristãos”. Enquanto esteve na cidade, a equipe de Hollanda Lima conseguiu restabelecer a ordem e evitar o pânico, que levava muitos cidadãos a se organizaram para fazer vigílias e usar fogos de artifício na tentativa de afugentar as misteriosas luzes. A operação durou pouco mais de quatro meses e nos dois primeiros, a equipe do Capitão Hollanda Lima não registrou ocorrências, porém o cenário iria se modificar radicalmente segundo o militar.

Entrevista explosiva

Em 1997, vinte anos depois, Hollanda Lima concedeu uma entrevista aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit relatando os acontecimentos e as atividades de sua equipe nos dois últimos meses da operação. Segundo ele, sua equipe presenciou as mais surpreendentes e estranhas manifestações de natureza desconhecida. Além de ter presenciado, os militares registraram os erráticos movimentos de pequenos objetos luminosos que julgou serem “sondas ufológicas”. Constataram também a presença de gigantescas naves que executavam manobras que destruiriam qualquer aeronave conhecida. Seriam maiores que “um prédio de trinta andares” em seu comprimento e emitiam luzes de várias cores. Tais “espaçonaves” recolhiam regularmente as “sondas pesquisadoras”. Em sua entrevista Hollanda Lima declarou que dois agentes do Serviço Nacional de Informação , também tiveram a oportunidade de presenciar estas manifestações envolvendo os objetos gigantes. O capitão pôde fotografar e filmar diversos tipos de luzes, das mais diversas dimensões. As cores também variavam e supunha ele que indicavam a função ou o tipo de manobra do “aparelho”. A equipe também recolheu relatos incríveis contados pela população ribeirinha. Alguns envolvendo seres luminosos saídos do interior de estranhos objetos. Esses seres arrebatavam pessoas com sua luminosidade. Outros sugavam o sangue das pessoas que capturavam. Um fato registrado é que na maioria dos episódios havia a presença de uma ou mais testemunhas.

Arquivo X

Originalmente, o Capitão Hollanda Lima dizia que apesar de crer na possibilidade de vida extraterrestre não acreditava ser esse o caso dos registros visuais em Colares, contudo mudou radicalmente a sua opinião durante o tempo em que esteve na região, pois teria visto, filmado e fotografado OVNIS sobrevoando a cidade, próximo aos locais onde o pessoal de sua equipe estava instalado. O comando da Aeronáutica oficializou o término da operação após quatro meses e ordenou o regresso da equipe. Porém o capitão disse que tentaria investigar ainda por conta própria. As luzes continuaram a ser vistas em Colares por algum tempo mas não com a mesma intensidade e casos de vítimas das queimaduras não foram mais registrados. Yrangê Bolívar Hollanda Lima foi encontrado morto em sua casa na Região dos Lagos no Rio de Janeiro três meses após sua entrevista ser publicada. Ufólogos que ficaram amigos do militar afirmam não acreditar que ele tenha realmente se suicidado, lançando suspeitas sobre uma conspiração de assassinato. Todo o material registrado pela sua equipe durante a Operação Prato ficou em posse da FAB, que ainda não liberou estes arquivos ao público, apesar de uma campanha iniciada pelos ufólogos brasileiros junto a o presidente Luis Inácio da Silva.

Caso Roswell

•Maio 20, 2008 • Deixe um comentário

CASO ROSWELL

Considerado
o maior marco da Ufologia Mundial o caso Roswell foi o mais
impressionante relato e a mais absoluta prova do encobrimento do
assunto Ovnis do mundo. O caso já faz mais de 50 anos e continua sendo
referente no mundo. Mostramos abaixo a cronologia doa acontecimentos
sobre o assunto.

Cronologia: 1947

Quarta-feira, 2 de Julho, 21:50h

O
casal Wilmot está sentado em sua varanda, num bairro tranqüilo em
Roswell, quando observa um grande objeto oval cruzar o céu. O objeto
estava incandescente e voava em alta velocidade no sentido nordeste. Ao
mesmo tempo, William Woody e seu pai vêem no céu um objeto brilhante
indo em direção norte. Durante uma tempestade, o rancheiro MacBrazel e
seus vizinhos ouvem uma explosão nas proximidades de onde moram, há
algumas milhas de Roswell.

Quinta- Feira, 3 de Julho

Pela
manhã, Brazel sai à cavalo para verificar os danos causados pela
tempestade. Surpreende-se ao ver um campo de destroços de
aproximadamente 4km quadrados, onde encontra lâminas de um metal muito
maleável, mas que sempre retornava à forma original. Vê também bastões
de matéria análogo ao basalto – objetos altamente resistentes,
impossíveis de serem cortados ou queimados. Brazel percebe que há
sinais impressos nos objetos: desenhos de cor lilás, parecendo com
algum tipo de escrita oriental, talvez hieróglifos.

Sexta – Feira, 4 de Julho

Feriado
nacional. Brazel leva alguns destroços ao seu galpão, entre eles há uma
peça de, aproximadamente, 3m. Suas ovelhas não querem passar pelo campo
de destroços. Os animais parecem sentir que algo estranho aconteceu no
local. À noite, Brazel encontra alguns amigos, que o aconselham a
contar tudo para as autoridades.

Domingo, 6 de Julho, 8:00h

Pela
manhã Brazel vai até o escritório do xerife George Wilcox em Roswell.
Leva alguns destroços na caminhonete. Ao ver os pedaços da suposta
nave, o xerife envia alguns de seus subordinados para a fazenda para
examinar o local do acidente. Chegando lá, não encontram mais os
destroços, mas somente uma camada vitrificada sobre a terra. No mesmo
dia da visita ao xerife, Brazel concede uma entrevista à radio local.

Domingo, 6 de Julho, 13:00h

O
major Jesse Marcel vai ao escritório do xerife em Roswell com a
finalidade de se encontrar com Brazel. Olha o material e decide visitar
o rancho em que aconteceu o acidente. Seu superior, o general Roger
Ramey, é informado sobre o achado e se comunica com o Pentágono.

Domingo, 6 de Julho, 17:00h

Chegando
ao rancho, Brazel mostra os destroços no galpão para o major Marcel,
que os examina com um contador Géiser. O aparelho não capta sinais de
radiatividade nos objetos. Enquanto Marcel e seus homens pernoitam no
galpão, o Pentágono organiza uma busca sigilosa no local da queda.

Domingo, 6 de Julho, 19:00h

Os
oficiais localizam os destroços e seus ocupantes. Imediatamente chegam
ao local varias equipes de resgate e escavação. Também participa do
processo o arqueólogo Cury Holden, que ao fazer pesquisas sobre povos
pré-colombianos, descobre os destroços por acaso.

Segunda – Feira, 7 de Julho

Pessoas
das proximidades encontram objetos pelo chão, como pequenos bastões de
1cm, com gravações parecidas com hieróglifos. Ninguém conseguia
decifrar as inscrições, tampouco descobrir o tipo de material de que
eram feitas as peças. Encontram também um pergaminho muito comum, além
de fragmentos de folhas parecidas com alumínio que não se amassavam. O
mais curioso de tudo é que os objetos parecem ser indestrutíveis,
resistindo a todos os testes.

Segunda – Feira, 7 de Julho, 9:00h

O
Pentágono ordena o bloqueio de todas as entradas e vias de acesso a
Roswell. Os auxiliares do xerife Wilcox cercam o rancho Foster, não
deixando ninguém passar.

Segunda – Feira, 7 de Julho, 13:00h

Glenn
Dennis, da funerária Ballard, em Roswell, recebe um comunicado de um
dos oficiais da base: ” – Qual o tamanho dos caixões herméticos que o
senhor tem? – São pequenos? – Há estoque?”. Dennis fica perplexo e quer
saber se houve algum tipo de desastre nas proximidades. Diz que não tem
estoque e que demoraria umas 24 horas para conseguir o material.

Segunda – Feira, 7 de Julho, 14:00h

No
Pentágono, os generais Curtiss Lemay e Hoyt Vandenberg tem uma conversa
sobre os UFOs, mais precisamente sobre o acidente de Roswell. Enquanto
isso, o General Nathan Twinning (um dos membros do MJ-12), comandante e
técnico de informações, muda seus planos e prepara uma viagem para o
Novo México.

Segunda – Feira, 7 de Julho, 14:30h

O
oficial da base liga novamente para Dennis. Desta vez, lhe pergunta
como preparar corpos que ficam muito tempo no deserto e se os produtos
empregados poderiam modificar a química dos corpos. Dennis recomenda o
congelamento dos cadáveres e oferece assistência, recebendo a seguinte
resposta ofical :” – Não se preocupe, só estamos querendo saber isso a
fim de nos prepararmos para casos futuros”. Dennis aceitou a resposta,
mas continuou intrigado. Mais tarde, ele conheceu um soldado que havia
se acidentado no resgate e o levou a enfermaria do hospital mais
próximo. Dennis estaciona sua ambulância ao lado de um veiculo da base
e vê diversos pedaços de metal lá dentro. Ao entrar no hospital
encontra uma amiga enfermeira, que sai de uma das salas de exame e
exclama: ” – Suma daqui, senão você vai ter um aborrecimento
gigantesco”.

Segunda – Feira, 7 de Julho, 20:00h

Grande
parte dos destroços já haviam sido recolhidos e examinados. O major
Marcel vai à base, pega alguns pedaços de destroços e leva para casa
para mostrar a sua esposa e filhos. ” – Isto não é deste mundo. Quero
que vocês se lembrem disso por toda vida”, exclama Marcel.

Terça – Feira, 8 de Julho, 6:00h

Reunião
particular entre o coronel Blanchard e Jesse Marcel, que mostra a ele
as partes dos destroços achados no Rancho Foster. Meia hora mais tarde,
acontece uma outra reunião secreta no escritório do coronel Blanchard,
desta vez com a cúpula da Força Aérea.

Terça – Feira, 8 de Julho, 9:00h

O
xerife Wilcox procura pelo pai de Dennis, que é seu amigo. ” – Seu
filho parece estar em apuros”, advertiu. ” – Diga a ele para não
declarar nada do que viu na base”.

Terça – Feira, 8 de Julho, 9:20h

Blanchard
resolve lançar um comunicado à imprensa: ” – Os muitos boatos acerca
dos discos voadores ontem se tornaram realidade quando o assessor de
imprensa divulgou que o 509 Grupo de Bombardeiros da Força Aérea teve a
sorte de chegar a possuir um disco – tudo isso graças à cooperação de
um rancheiro local e de um xerife”. E o relatório do general continua:
“O objeto aterrizou em um rancho perto de Roswell na ultima semana.
Como o rancheiro não tem telefone, guardou o disco até poder informar
ao xerife, que por sua vez, notificou o major Jesse Marcel.
Imediatamente, entramos em ação e o disco foi resgatado do rancho,
sendo depois inspecionado na Base Aérea de Roswell e encaminhado a uma
repartição superior”.

Terça-feira, 8 de julho, 11:00 h

O
tenente começa a distribuir o comunicado à imprensa. Ele visita as
estações KGL e KSWS, depois vai aos jornais locais Roswell Daily Record
e Morning Dispatch, que publicam no mesmo dia a informação. As
emissoras de rádio passam o comunicado para a agência Associated Press,
que se encarrega de distribuir a notícia para o mundo. Algumas horas
depois, o escritório do xerife Wilcox recebia telefonemas de todas as
partes do mundo, como Roma, Londres, Paris, Alemanha, Hong Kong e
Tóquio. Porém, este clima de liberdade de expressão não durou muito
tempo. Frank Joyce, da emissora KGFL, remete um telex para a agência
United Press International (UPI) e, como resposta, recebe um comunicado
de Washington desmentindo o caso. Parte do telex informava o seguinte:
“Atenção. Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: finalizar relato, assunto
de segurança nacional. Aguardar.”.

Terça-feira, 8 de julho, 11:00 h

Dennis
recebe um chamado de sua amiga enfermeira: ” – Eu preciso falar com
você. Você deve fazer um juramento sagrado de nunca mencionar o meu
nome, senão eu terei enormes dificuldades…”. Dennis então promete à
enfermeira que jamais diria nada a ninguém. Ela começa a contar tudo o
que sabe sobre o caso: dois médicos pediram a ela para que fizesse
apontamentos enquanto executavam uma autópsia provisória. Então ela
desenhou o que tinha visto: uma cabeça com olhos fundos e grandes,
pequenos orifícios nasais, boca fina, sem pêlos, braços compridos e
finos. As mãos tinham 4 dedos cada, que terminavam com orifícios,
parecidos com ventosas de polvos. Ela também descreve que os seres não
tinham cabelos e sua pele era preta. A enfermeira diz ter visto 3
corpos, sendo que estavam muito mutilados, provavelmente por coiotes.
Os corpos tinham somente 1,20 m e exalavam um terrível mau-cheiro. Os
médicos chegaram a desligar o sistema de ar condicionado com medo de
que o cheiro se alastrasse por todo o hospital. Mais tarde, a autópsia
foi transferida para o hangar de aviões.

Terça-feira, 8 de julho, 11:30 h

A
enfermeira se despede de Dennis. Algumas hora depois, fica sabendo que
será transferida para outro continente, provavelmente para Inglaterra.
Após algumas semanas, escreve para Dennis contando as novidades. O
amigo responde a carta e, em vez de uma resposta, recebe em sua casa um
envelope com o carimbo “Falecida”.

Terça-feira, 8 de julho, 12:00 h

No
aeroporto de Roswell pousa um avião de Washington trazendo uma equipe
especial de técnicos e fotógrafos. Os destroços do UFO são levados para
a base aérea de Wright Patterson, em Ohio, num avião pilotado pelo
capitão Oliver Popper Handerson. Ao embarcar, o capitão vê 3 cadáveres
extraterrestres no hangar guardados em gêlo seco.

Terça-feira, 8 de julho, 12:30 h

Fotógrafos
da imprensa americana vão ao rancho Foster e se encontram com Brazel,
que lhes faz a seguinte declaração: ” – Foi um erro notificar as
autoridades. Se acontecesse novamente, eu não diria nada, porque isso é
uma bomba”. Os fotógrafos também encontram alguns oficiais que
vasculham o campo de destroços. Percebem que ninguém tenta impedi-los
de fazer o trabalho.

Terça-feira, 8 de julho, 16:30 h

Voltam
para Roswell, onde o xerife Wilcox lhes comunica que estão proibidos de
fazer qualquer manifestação sobre o que viram. Enquanto isso, os
militares também deixam o rancho, levando Brazel para Roswell. Chega à
base um avião carregado com destroços. Logo após, Marcel levanta vôo
com os destroços para o Forth Worth. Chegando lá, mostra o material
para o general Ramey. No Rancho Foster, no lugar dos destroços são
colocados pedaços de um balão meteorológico com um aparelho de
orientação pelo radar no chão. É montada uma grande farsa, em que
Marcel é obrigado a admitir que o acidente com um UFO não passava de um
engano. O que antes era um disco voador, passou a ser visto como um
simples balão.

Terça-feira, 8 de julho, 18:30 h

Um
memorando interno da polícia federal comunica ao FBI que a história do
balão meteorológico não corresponde aos fatos. Brazel é intimado a
comparecer na base de Roswell, onde recebeu orientações para desmentir
tudo à imprensa, Brazel é obrigado a ouvir coisas como: ” – Olha meu
filho, guarde esse segrêdo com você, senão ninguém sabe o que pode lhe
acontecer”. A esta altura, já circulavam em Roswell os mais absurdos
boatos. Um deles dizia que os homens vindos de Marte se acidentaram no
local e que, inclusive, um deles ainda permaneceu vivo por um bom
tempo, gritando como um animal até a morte. Outro destes boatos dizia
que um dos seres escapou do esquema de segurança e correu toda a noite
pela cidade.

Quarta-feira, 9 de julho, 8:00 h

O
coronel Blanchard sai de Roswell e visita o lugar da queda. Sua
intenção é supervisionar o término do trabalho de resgate, pois logo
entraria em férias.
Quarta-feira, 9 de julho, 8:30 h Três aviões de
transporte C-54 são carregados com destroços. A ação é acompanhada por
inspetores de Washington, que supervisionam o carregamento. As
aeronaves então levantam vôo em direção à Base Aérea de Kirtland, onde
se encontra o general Twinning.

Quarta-feira, 9 de julho, 9:00 h

Walt
Whitmore e seu repórter Jud Robert tentam ir ao Rancho Foster, mas não
conseguem devido aos bloqueios dos militares. Curiosos de vários pontos
do país – além de muitos repórteres – também tentam sem sucesso chegar
ao local.

Quarta-feira, 9 de julho, 10:00 h

Pousa
na base um avião de Washington trazendo um representante oficial do
presidente Truman. Em Washington, o presidente recebe o senador Carl
Hatch, do Novo México.

Quarta-feira, 9 de julho, 12:00 h

Os
cadáveres dos ocupantes dos UFOs são preparados para o transporte.
Oficiais da Base Aérea de Roswell visitam jornais e emissoras de rádio.
O objetivo da visita era recolher cópias de um relatório para a
imprensa do tenente Haut.

Quarta-feira, 9 de julho, 14:30 h

Em
uma reunião de oficiais, o Ministério da Defesa comunica ao FBI que os
discos voadores não são de responsabilidade nem do Exército nem das
Forças Armadas.

Sexta-feira, 11 de julho

Tem
início a operação Corretivo Mental em todos os soldados que trabalharam
na operação de resgate. São conduzidos em grupos a um pequeno recinto,
onde um oficial lhes explica: ” – … isto foi uma questão de segurança
nacional e está sob o mais severo sigilo. Não falem a ninguém sobre o
que aconteceu. Esqueçam tudo o que viram”
.

Terça-feira, 15 de julho

MacBrazel
é advertido mais uma vez, mas pode finalmente retornar ao rancho.
Embora antes da queda fosse muito pobre, retornou para sua terra com
uma caminhonete nova e com dinheiro suficiente para comprar uma casa e
uma fornecedora de gelo.

Epílogo da Operação

No
prazo de um mês, todos os participantes da operação são transferidos
para outras bases. Em setembro, o professor Lincoln La Paz procura
determinar a estrutura do objeto acidentado e afirma veementemente que
os destroços são de uma sonda extraterrestre não tripulada. Em 24 de
setembro, o presidente Truman cria a ultra-secreta operação Majestic
12, com a finalidade de explorar o que acontecera em Roswell. Já no fim
de outubro de 1947, o general Schulgen do Pentágono faz um memorando
secreto, incumbindo às Forças Armadas a função de compilar todas as
informações existentes sobre os discos voadores. Essa é uma forte
evidência de que o governo mentiu quando disse que o objeto acidentado
era um balão meteorológico.

Setembro de 1949

Um
parente de MacBrazel conta, num bar, que durante os dois últimos anos a
família continuou encontrando vestígios da nave acidentada. No dia
seguinte, foi procurado por militares, que trataram de confiscar as
peças. Já em 1978, o ufólogo e físico nuclear Stanton Friedman localiza
Jesse Marcel e o entrevista sobre o Caso Roswell. O silêncio finalmente
estava rompido. Nos 16 anos seguintes foram editados 5 livros, baseados
no depoimento de testemunhas do caso. A imprensa pôde também se
manifestar, de forma que os jornais e emissoras de rádio e TV não
pararam mais de explorar o assunto.


Abaixo
algumas das fotos da polemica autópsia relacionada ao caso Roswell.
Ainda hoje pairam dúvidas sobre sua autenticidade , mais a maioria dos
ufólogos que pesquisaram as mesmas afirma que se trata de uma fraude.

Introdução a Ufologia.

•Maio 20, 2008 • Deixe um comentário

Extraterrestre ou Extraterreno refere-se a tudo que é de fora do planeta Terra. A expressão comumente designa outros planetas, e seres vivos, inteligentes ou não, que vivam lá.

O estudo do fenômeno extraterrestre evoluiu muito nas últimas décadas com o crescimento do interesse da população pela vida fora do planeta Terra. A ufologia é o nome popular utilizado para o estudo de indícios de vida fora do planeta. O nome academicamente aceito é “exobiologia”.

A literatura, o cinema e a televisão já exploraram muito a possibilidade de contato com seres inteligentes de outros planetas (chamados de ETs), porém sempre estimulando a idéia de um contato hostil causando o protesto de alguns ufólogos. Devido a essa influência negativa da mídia, boa parte da população teme um contato com seres extraterrestres.

A ciência que se ocupa da vida fora da Terra chama-se Exobiologia.

No Brasil e em Portugal usa-se a sigla OVNI para designar Objeto Voador Não-Identificado, equivalente ao inglês UFO que é Unidentified Flying Object. Muitas pessoas acreditam que a aparição desses objetos seja a prova não apenas da existência de vida extraterrestre, mas também de que seres de outros planetas visitem o nosso. Os pesquisadores dessas aparições são chamados de ovniologistas ou ufólogos.